Data: 4 de janeiro de 2026
Local: Caracas, Venezuela / Nova York, EUA
Em uma ação militar sem precedentes no século XXI, as forças de operações especiais dos Estados Unidos, sob ordens diretas do presidente Donald Trump, realizaram a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro na madrugada do último sábado, 3 de janeiro de 2026. A operação, que incluiu bombardeios estratégicos em Caracas e o uso de unidades de elite como a Delta Force, marca o fim de uma era de 25 anos de chavismo na Venezuela e redefine o equilíbrio geopolítico nas Américas.
O Contexto da Invasão
A escalada de tensões entre Washington e Caracas atingiu o ponto de ruptura no final de 2025, após incidentes navais no Caribe e o aumento da pressão diplomática em torno das acusações de narcoterrorismo. O governo americano, que já oferecia uma recompensa de US$ 50 milhões pela captura de Maduro, justificou a intervenção como uma medida necessária para “restaurar a ordem e eliminar o fluxo de narcóticos e criminosos” em direção ao território norte-americano.
Detalhes da Operação Militar
A ofensiva foi caracterizada pela velocidade e precisão:
- Incursão Aérea: Bombardeios atingiram pontos estratégicos como o Fuerte Tiuna, a Base Aérea de La Carlota e o Quartel de la Montaña.
- Captura: Maduro e sua esposa, Cilia Flores, foram detidos por forças especiais e imediatamente transportados para fora do país.
- Inteligência: Relatórios indicam que a CIA contou com o apoio de informantes de alto escalão dentro do próprio palácio presidencial venezuelano.
Situação Jurídica e Próximos Passos
Atualmente, Nicolás Maduro encontra-se sob custódia federal no Metropolitan Detention Center, em Brooklyn, Nova York. Ele deverá enfrentar um tribunal norte-americano sob acusações de:
- Conspiração para Narcoterrorismo: Alegações de liderança do “Cartel de los Soles”.
- Corrupção Sistêmica: Envolvimento em esquemas de lavagem de dinheiro e desvio de recursos públicos.
A procuradora-geral dos EUA, Pam Bondi, afirmou que o ex-ditador “enfrentará o pleno rigor da justiça americana em solo americano”.
Impacto Regional e Reações Internacionais
A captura gerou ondas de choque em todo o mundo, com reações polarizadas:
| Ator Internacional | Posição | Declaração/Ação |
|---|---|---|
| Brasil (Lula) | Condenação | Chamou a ação de “linha inaceitável” e “afronta à soberania”. |
| Argentina (Milei) | Apoio | Celebrou com o slogan “Viva a liberdade, caralho”. |
| Venezuela (Interina) | Incerteza | A vice Delcy Rodríguez foi nomeada presidente interina pelo TSJ. |
| ONU | Mediação | Reunião de emergência do Conselho de Segurança agendada para segunda-feira. |
Conclusão
Enquanto comunidades de venezuelanos no exterior celebram o que chamam de “amanhecer da liberdade”, analistas internacionais alertam para o vácuo de poder e as possíveis consequências de uma ocupação militar prolongada. A questão do controle das reservas de petróleo venezuelanas e a legalidade internacional da captura de um chefe de Estado soberano continuam a ser os pontos centrais do debate global.
Nota: Este artigo reflete os eventos relatados nas últimas 48 horas e está sujeito a atualizações à medida que novos detalhes da operação forem desclassificados.
